Marcas à prova de pandemia

Sem usar expressões da língua inglesa, nem narrar à forma idiomática “publicitares” só para aparentar ser super profissional ou intelectual, a dinâmica desse artigo se dedicará a compartilhar com empresários e empreendedores uma percepção de como seguir em frente em tempos de pandemia global.

Em respeito ao caro leitor, não irei citar em delonga inúmeras técnicas e ferramentas de publicidade e marketing digital, como se tecesse uma complexa fórmula mágica para o sucesso – mais do que nunca, é tempo de clareza e objetividade no trato.

A narrativa vai ser do tipo "arroz com feijão" que, em modesta analogia, apesar de nada sofisticada nem rebuscada, é uma combinação extremamente poderosa, afinal, nutre e faz sobreviver diante das intempéries da vida.

Bem, indo direto ao assunto, e sem desrespeitar as devidas e consideráveis diferenças de marcas e nichos, tamanhos e abrangências, falarei de forma genérica, mas, nem por isso, menos assertiva.

Nesses últimos meses pude observar e vivenciar, enquanto CEO de atendimento e negócios de uma agência de publicidade, a qual está inserida em diversos segmentos de negócios, que há três características em comum compondo as marcas que estão se sobressaindo nesse momento de turbulência: gestão da marca com base em posicionamento, transformação digital e agilidade na adaptação aos novos e instáveis tempos.

Transcorrendo sequencialmente para um cenário ainda mais direto: não basta ter uma marca, ela tem que significar algo a um público em especial. Não basta ter um site, perfil nas redes sociais e um aplicativo de mensagem à disposição dos clientes, eles têm que gerar tráfego, engajamento e conversão. Por fim, não basta ter esses dois primeiros itens citados, se não houver visão, rapidez e perseverança para se recriar e inovar. 

Para não aparentar pender demais o discurso para as duas primeiras características que mais demandam à competência de uma agência de publicidade e propaganda, enquanto gestora estrategista e criativa de marcas – e também para não me estender demais –, irei me ater à terceira delas para ser um tanto mais prático e, quem sabe, inspirador nesse texto final.

Vivemos o tempo das novas formas de atendimentos e cuidados, tanto digitais quanto presenciais. Paradoxalmente, vivemos uma paradeira em um ritmo loucamente acelerado.

Estamos vivenciando a História sendo escrita sobre nossas peles a ferro quente, o ano de 2020 foi brutal, mas fez prevalecer uma geração de empresários, empreendedores e marcas corajosas que inovaram para não falir nem demitir e que, mesmo tendo as portas fechadas (dado a tratativa sanitária) ou impossibilitados de receber clientes no local, fizeram dos seus sites, redes sociais e aplicativos de mensagens seus mais poderosos canais de atendimento full time – vida que segue, sempre!

Para finalizar, ressalto, com muita satisfação, de que o bom “milagre da vida” à moda pessoa jurídica, está acontecendo em meio às muitas portas que infelizmente se fecharam em definitivo. É revigorante acompanhar marcas nascerem, com o propósito de atender novas demandas criadas e/ou identificadas, ou aquelas que, sob a ótica de uma visão de futuro, estão refreadas, mas que na retomada irão prosperar.

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